Deborah Colker ainda tenta juntar os cacos de uma tristeza profunda: em março, perdeu o neto Theo, que conviveu por 16 anos com a epidermólise bolhosa. Toca a vida mergulhando na rotina de ensaios e apresentações de sua Companhia de Dança, onde expõe sentimentos como ninguém em suas coreografias. A maior bailarina do País em atividade, que tanto inovou ao desafiar a física do movimento, está reaprendendo a viver, buscando explicações na ciência. Nas próximas semanas, a companhia encerra a turnê “Remix” – um apanhado de mais de 30 anos de história – retornando ao Rio para sessões na Cidade das Artes deste domingo (11) a 2 de novem bro, depois de passar por vários estados brasileiros. A vida segue, além da dança.
